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Cestos crochê
Barão de Cocais -MG
Envio para todo Brasil

Eu não me sinto vencedora. Eu me sinto representante.Demorei a publicar estas fotografias.No dia do Mérito Empresarial, ...
09/09/2026

Eu não me sinto vencedora. Eu me sinto representante.

Demorei a publicar estas fotografias.

No dia do Mérito Empresarial, não fiz postagens nem registrei o momento com meu celular. Não por falta de gratidão, mas porque esse reconhecimento me deixou muito pensativa.

Receber, pelo quarto ano, o Mérito Empresarial na categoria Artesanato é uma honra imensa. Mas também me faz olhar para além do meu próprio nome.

Na votação, concorreram artesãos associados à ACIABAC. Porém, Barão de Cocais possui muitos outros talentos que não fazem parte da associação e, por isso, não estavam representados.

E como escolher um único “vencedor” em uma categoria tão diversa?

O artesanato possui muitas técnicas, histórias, matérias-primas e formas de expressão. São mãos que tecem, bordam, costuram, modelam, pintam e transformam. Cada trabalho possui suas próprias nuances e sua identidade.

Por isso, não recebo este prêmio como alguém que está acima dos demais. Recebo como alguém que, naquele momento, ocupou um lugar de representação.

Representação de uma categoria que ainda clama por visibilidade, espaço e reconhecimento como trabalho, cultura, identidade e fonte de renda.

Estas fotografias não mostram apenas uma mulher segurando um troféu. Para mim, elas carregam simbolicamente as mãos de muitos artesãos de Barão de Cocais — inclusive daqueles que nunca estiveram em uma premiação, mas continuam criando todos os dias.

Agradeço à ACIABAC/CDL e a cada pessoa que se lembrou do meu trabalho. Recebo esse carinho com gratidão, responsabilidade e os pés no chão.

O troféu veio para o Luteliê Crochê, mas a reflexão pertence a toda a nossa categoria:

quando um artesão é visto, que essa luz também ajude a iluminar tantos outros.

Porque o artesanato não precisa apenas de vencedores.
Precisa de representantes, oportunidades e reconhecimento para todos. 🧶✨

03/09/2026
Ontem o coletivo Crochê Tails ganhou essa moção honrosa na Câmara de Vereadores. O vereador Adriano teve a sensibilidad...
26/08/2026



Ontem o coletivo Crochê Tails ganhou essa moção honrosa na Câmara de Vereadores. O vereador Adriano teve a sensibilidade de colocar o nome do coletivo Crochê Tails. São mulheres que trabalham, que alimentam suas casas com seus trabalhos de artesanato e com isso elas conseguiram levar o nome de Barão de Cocais para a passarela do Fashion Week. E um site que dá notícias de Barão, memes e fofocas colocou perguntas e alguém colocou isso daí.

Lu, isso é muito injusto. Uma moção de aplausos não impede que a Câmara discuta pautas urgentes. Reconhecer mulheres artesãs que trabalham, ajudam no sustento de suas casas e levaram o nome de Barão de Cocais até a São Paulo Fashion Week não é inutilidade. É valorização da cultura, do trabalho feminino e da própria cidade.

Você pode responder assim:

É muito triste ver o trabalho de mulheres da nossa cidade ser chamado de “inútil”. A moção de aplausos concedida ao coletivo Crochetai-vos não apaga nem ocupa o lugar das pautas urgentes de Barão de Cocais. Uma coisa não anula a outra.

Estamos falando de mulheres trabalhadoras, artesãs, que ajudam a sustentar suas casas com as próprias mãos e que, por meio do crochê, levaram o nome de Barão de Cocais a uma das maiores passarelas de moda do país: a São Paulo Fashion Week.

O vereador Adriano teve a sensibilidade de reconhecer o coletivo pelo nome e de valorizar uma conquista que pertence não apenas às artesãs, mas também à nossa cidade. Pode parecer pequeno para quem vê somente uma homenagem, mas, para quem conhece a luta do artesanato para ser respeitado como trabalho, cultura e fonte de renda, esse reconhecimento tem um significado enorme.

É legítimo cobrar dos vereadores atuação nas questões urgentes. O que não é justo é diminuir mulheres trabalhadoras e desqualificar uma conquista legítima para fazer essa cobrança. Barão de Cocais precisa, sim, enfrentar seus problemas — mas também precisa aprender a reconhecer e celebrar quem leva seu nome para além de suas fronteiras.

E, se você quiser uma resposta curta para colocar diretamente no story:

Cobrar soluções para as pautas urgentes da cidade é legítimo. Chamar de “inútil” o reconhecimento dado a mulheres artesãs que sust

Um pedacinho de fé para levar sempre por perto. 💙✨Inspirado no manto de Nossa Senhora Aparecida, este chaveiro foi tecid...
21/08/2026

Um pedacinho de fé para levar sempre por perto. 💙✨

Inspirado no manto de Nossa Senhora Aparecida, este chaveiro foi tecido à mão, ponto por ponto, unindo delicadeza, devoção e o carinho que somente o artesanal consegue guardar.

Porque há proteções que não ocupam espaço — apenas acompanham, acolhem e iluminam o caminho. 🙏🏼

FeitoAMao

Quando pessoas queridas apoiam um sonho, ele deixa de caminhar sozinho. 💛📚Desta vez, foram as meninas do pilates que esc...
18/08/2026

Quando pessoas queridas apoiam um sonho, ele deixa de caminhar sozinho. 💛📚

Desta vez, foram as meninas do pilates que escolheram levar um exemplar de Ponto Cego para casa. E confesso: ver pessoas que fazem parte da minha rotina acolhendo também uma história que nasceu de mim tem um significado ainda mais bonito.

Mas estas fotos não representam apenas quem aparece nelas. Representam cada pessoa que já comprou o livro, indicou, compartilhou, presenteou alguém ou abriu um espacinho na estante para o meu mistério.

Muita gente já levou Ponto Cego para casa…
e, junto com ele, uma agulha herdada, alguns segredos bem guardados e uma história esperando para ser desvendada.

A todas as pessoas que já adquiriram o livro: muito obrigada por acreditarem na minha escrita e fazerem parte desta história. Cada exemplar que encontra um leitor leva consigo um pedaço do meu sonho — e deixa em mim uma gratidão que não cabe em nenhuma página.

Agora quero saber: quem já começou a leitura, em quem está desconfiando? 👀🧶📖

Ponto Cego — um suspense tecido entre segredos e memórias.

Há histórias que sabem para onde querem irHá livros que a gente escreve.E há livros que, depois de escritos, parecem esc...
15/08/2026

Há histórias que sabem para onde querem ir

Há livros que a gente escreve.

E há livros que, depois de escritos, parecem escolher sozinhos os lugares onde gostariam de repousar.

Talvez procurem uma casa cercada de verde, onde o tempo ainda seja contado pelo canto dos pássaros, pelo barulho das folhas e pelo ciscado despreocupado de uma galinha no terreiro.

Talvez procurem mãos que conheçam o valor das coisas feitas sem pressa.
Mãos que já entenderam que plantar, cozinhar, construir, cuidar e tecer são maneiras diferentes de dizer a mesma coisa:

eu permaneci aqui o tempo necessário para isto ganhar vida.

Foi pensando nisso que estes cases nasceram.

Feitos em algodão, ponto por ponto, para guardar uma história que também fala de mãos, de terra, de memória e daquilo que uma geração deixa silenciosamente para a outra.

Porque proteger um livro é mais do que preservar suas páginas.

É cuidar do caminho que ele percorre.
É preparar um lugar macio para aquilo que pode nos atravessar por dentro.
É reconhecer que toda leitura é um encontro entre duas histórias: a que foi escrita e aquela que o leitor carrega consigo.

E como toda boa história merece uma pequena companhia, uma galinha também resolveu seguir viagem entre os fios.

Talvez porque ela conheça os segredos dos quintais.
Talvez porque saiba que, às vezes, é preciso ciscar demoradamente a superfície até encontrar aquilo que estava escondido embaixo da terra.

Por enquanto, não posso contar o destino destas peças.

Posso apenas dizer que algumas histórias não são enviadas ao acaso.

Elas seguem na direção de quem conhece o valor das raízes, da natureza, dos livros e das memórias feitas à mão.

O restante…

bem, o restante ainda está sendo tecido. 🧶📖🌿🐔

Luteliê Crochê
Feito à mão. Feito para ter história.

Colar decorativo Ruah — o sopro que habita a casaHá coisas que entram em nossa vida pela porta.Outras chegam como vento....
15/08/2026

Colar decorativo Ruah — o sopro que habita a casa

Há coisas que entram em nossa vida pela porta.

Outras chegam como vento.

A gente não vê de onde vieram, não sabe explicar por que vieram justamente naquele instante, mas sente quando atravessam a casa e alcançam algum lugar esquecido dentro da gente.

Ruah é uma antiga palavra que significa sopro, vento, respiração e espírito.

Foi por isso que esta peça recebeu esse nome.

Porque ela não foi criada apenas para ocupar uma parede. Foi criada para lembrar que uma casa também respira.

Respira nas janelas abertas pela manhã.
No cheiro do café atravessando os cômodos.
Na cortina que se move sem que ninguém a toque.
Nas orações feitas em silêncio.
E na presença daqueles que já não se sentam à mesa, mas continuam morando em tantos pequenos gestos.

O círculo representa aquilo que não termina: a fé que retorna, o afeto que permanece, a memória que encontra sempre um caminho de volta.

As flores guardam a beleza que nasce mesmo depois das estações difíceis.

E os fios que descem livremente parecem acompanhar o movimento do vento, lembrando que nem tudo precisa estar preso para pertencer.

Talvez seja essa a delicadeza de Ruah: revelar que o sagrado nem sempre chega fazendo barulho.

Às vezes, ele é apenas um sopro.

Uma paz repentina.
Uma coragem que a gente não sabia que tinha.
Uma esperança entrando pela fresta.
Um fôlego novo depois de dias em que respirar parecia difícil.

Ruah é sobre aquilo que não vemos, mas sustenta.

Porque existem presenças que não precisam ser explicadas. Basta sentir.

E, quando uma casa é habitada por amor, memória e fé, até o vento parece saber o caminho.

🧶 Colar Decorativo Ruah — uma peça autoral Luteliê Crochê.
Feita à mão. Feita para ter história.

Endereço

Barão De Cocais, MG
35970000

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