história da ceramista
Adriana Lopes
Desde pequena Adriana teve sua formação associada à terra. Das brincadeiras com tijolinhos de barro na fazenda da família, no interior de minas, às primeiras aulas na faculdade de artes, a cerâmica despertou seu interesse. A plasticidade, a moldagem e as cores variadas fascinaram esta artista, ainda jovem, mostrando-lhe um
amplo horizonte de possibilidades. Em uma temporada na Europa voltou a ter contato com a cerâmica, ao frequentar o curso de François Morie. De volta ao Brasil participou do 26º Festival de Inverno da UFMG, em Ouro Preto, e teve seu primeiro contato com a técnica de raku com Máximo Soalheiro. A partir daí, a cerâmica faria parte de seu universo. Do reencontro com a cerâmica à montagem do primeiro atelier, passaram-se ainda alguns anos, período em que a artista buscou desenvolver e amadurecer sua arte. Cursos, intercâmbios com outros ceramistas, viagens para feiras, exposições individuais e coletivas foram alguns dos trilhos que ela utilizou para construir sua estrada na área da arte.