Ieda de Matos

Ieda de Matos Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Ieda de Matos, Cozinha/Cozinhar, Rua luis lopes coelho, 366, São Paulo.

Chef Ieda de Matos baiana da Chapada Diamantina dona do restaurante Casa de Ieda - SP, participante do Iron Chef Brazil e The Taste, ganhadora do reality Fora da Rota, representou o Brasil em Sydney pelo Itamaraty, pesquisadora da cozinha brasileira.

23/04/2026

Uma noite de afeto, propósito e transformação. ✨
Ontem, o jantar beneficente do Instituto Desvelando Oris , idealizado por Dra. Juliana Souza , que aconteceu na Pinacoteca de São Paulo e reuniu grandes nomes da gastronomia e da cultura em uma celebração marcada pela solidariedade.

Com menu assinado pelos chefs , , e a noite foi um encontro entre sabores, histórias e compromisso social. Contamos com o apoio da equipe do chef alex Atala, .mario .picolo1

A condução ficou por conta de Aline Midlej e trazendo ainda mais sensibilidade e brilho para esse momento tão especial.

E para tornar a experiência ainda mais memorável, a noite contou com um show emocionante de Seu Jorge, celebrando a arte, a cultura e a potência dos encontros.

Mais do que um jantar, uma experiência de conexão, cuidado e impacto coletivo.

26/02/2026

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09/01/2026

Entrei no Sertão Negro, na Bienal de Arte de São Paulo, com o corpo atento e o coração aberto.�Não era apenas uma instalação — era chão, ventre, memória viva.�Uma experiência que nasce no contexto da Bienal, mas ultrapassa o espaço expositivo e nos leva direto ao território, ao sertão negro, ancestral e presente.
A taipa, a terra, a madeira, as pedras e os objetos do território Kalunga falavam de um Brasil profundo, muitas vezes silenciado, mas absolutamente pulsante.�Ali, na Bienal, o sertão não era paisagem: era corpo, era denúncia, era celebração.
Fui atravessado pelas obras e pelos gestos de Âmbar Moura, Lucilene Kalunga, Oganga, Òkun, Jordana Alves, Deborah Alves, Igor Damascena, Clóvis Batista, Evelyn Cruvinel, Mestre Guaraná, Xica, Terená Kanouté e tantos outros artistas que transformam matéria em reza, arte em alimento, memória em futuro.
A cozinha apareceu como centro do mundo — “Cozinha, ventre do sertão” — lembrando que é ali que o saber se mistura, que a comida vira afeto, que a receita vira resistência.�As cabaças, os alguidás, os búzios, as sementes, o mel… e até uma bruaca, carregando histórias de caminhada, de sustento, de partilha.�Cada obra parecia dizer: comer também é um ato espiritual.
Viver o Sertão Negro dentro da Bienal de São Paulo foi entender que a arte contemporânea, quando nasce do território e da ancestralidade, também alimenta.�Saí diferente.�Com mais respeito, mais silêncio e mais escuta.�Porque esse sertão não se visita — ele atravessa.

Endereço

Rua Luis Lopes Coelho, 366
São Paulo, SP
05365140

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