06/04/2026
Paris, pra mim, foi a extensão de Lyon.
Se Lyon é a base da gastronomia…
Paris é a vitrine.
E mesmo estando na vitrine, eu não fui pra buscar o óbvio.
Fui pra entender, observar e sentir o que ainda permanece da essência.
Começamos esse capítulo com , que eu já conversava do Brasil…
e foi ali, em Paris, que nos conhecemos pessoalmente.
Ela é organizadora de eventos em Paris e também tem a sua própria marca.
Um ser humano incrível, com quem eu quero manter conexão e troca.
Tivemos um momento muito especial, com troca de presentes, cuidado e presença.
Em Paris, eu entendi algo muito importante:
hoje são poucos os lugares que ainda carregam a gastronomia como ela nasceu.
Muitos pratos permanecem…
mas já com adaptações mais contemporâneas.
Ainda assim, pude viver experiências que me conectaram com essa base.
Provei pratos clássicos como o magret de canard,
brandade,
boeuf bourguignon,
ratatouille…
e sobremesas como crème brûlée e pain perdu.
Também realizei sonhos que eu carregava desde a adolescência…
conhecer a Torre Eiffel,
visitar o Louvre,
e estar diante do Arco do Triunfo
que foi, pra mim, um verdadeiro chamado da minha alma.
E viver Paris dessa forma…
sem perder a essência,
buscando entender de verdade…
impactou diretamente o meu trabalho.
Porque me fez reforçar ainda mais o que eu acredito:
não é sobre o óbvio, é sobre profundidade, identidade e intenção.
Me conta aqui:
você é do time da vitrine ou da essência? ✨