18/10/2026
8 tendências de design de interiores que estão a ficar para trás.
Nem tudo o que esteve na moda merece ficar. E, no design de interiores, algumas escolhas começam a dar lugar a espaços mais autênticos, confortáveis e intemporais.
1. Tudo cinzento.
Durante anos foi a escolha segura. Hoje, os tons quentes, a madeira e as texturas naturais devolvem vida e personalidade aos espaços.
2. Iluminação fria e branca.
A luz deixou de servir apenas para iluminar. Privilegiam-se ambientes mais acolhedores, com diferentes pontos de luz, temperaturas de cor adequadas e maior conforto visual.
3. Ambientes totalmente integrados.
Nem tudo precisa de estar aberto. A privacidade, o ruído e os cheiros voltaram a pesar nas decisões. O open space continua a fazer sentido, desde que seja pensado para quem o vive.
4. Móveis excessivamente brilhantes.
O brilho já foi sinónimo de sofisticação. Hoje, os acabamentos mate, acetinados e texturados oferecem uma elegância mais discreta e, muitas vezes, maior facilidade de manutenção.
5. LED de cor por todo o lado.
Menos efeitos, mais intenção. A iluminação integrada torna-se mais subtil, funcional e valorizada quando aparece nos lugares certos.
6. Cozinhas totalmente brancas.
O branco continua a ter o seu lugar, mas já não precisa de dominar. Madeiras, pedras com personalidade e tons quentes trazem profundidade e identidade à cozinha.
7. Ripado em excesso.
Um detalhe interessante não precisa de estar em todas as paredes. O uso repetitivo do ripado pode tornar os espaços previsíveis e retirar-lhes identidade.
8. Copiar referências da internet.
Uma imagem bonita não é necessariamente um bom projeto. O que resulta numa fotografia pode não funcionar no dia a dia. A verdadeira qualidade está em adaptar cada escolha ao espaço, às pessoas e à forma como vivem.
As tendências passam. O bom design permanece.
Porque um espaço bem pensado não precisa de estar sempre na moda. Precisa de continuar a fazer sentido, mesmo quando ela muda.