22/09/2026
Primeira edição de “Vidro por Ambiente”, uma série Vitrocsa sobre o que cada espaço da casa exige do vidro e da abertura que o recebe.
A cozinha abre a série porque é onde a guilhotina resolve uma geometria que costuma travar o projeto. Bancada de um lado, armário do outro, e nenhuma parede sobrando para acomodar uma folha recolhida. O sistema trabalha na vertical, então a abertura acontece sem consumir área lateral nenhuma, e o vão liberado conecta a cozinha à área externa na altura que o uso pedir.
O movimento vertical também dá controle fino de ventilação. A folha para na altura que o uso pedir, e a abertura acompanha o que está acontecendo no cooktop naquele momento, o que é diferente de uma janela que trabalha aberta ou fechada.
A engenharia por trás disso é a mesma da relojoaria suíça que originou a marca. O contrapeso de alta precisão faz a folha subir e descer com esforço mínimo, o rolamento vertical em aço inox sustenta o movimento ao longo dos anos, com versão adaptada para projetos próximos ao mar, e o perfil vertical de 18mm mantém a linha de visão mínima.
Na hora de fechar a especificação do vidro, três pontos merecem uma atenção especial: a distância entre a abertura e o cooktop, a superfície da face interna, que define a rotina de limpeza, e o desempenho acústico quando a cozinha é integrada ao social.
📌 Guarde essa referência para a próxima cozinha que você projetar. Na próxima edição, outro ambiente.