Fernanda Conti

Fernanda Conti Aqui a arte ganha vida! Feito à mão, exclusivo e para você!

A ARTE não cura.A arte pode ser feia (a vida também às vezes).Mas HÁ CURA no fazer!Há cura em EXPRESSAR-SE através de fi...
18/04/2026

A ARTE não cura.

A arte pode ser feia (a vida também às vezes).

Mas HÁ CURA no fazer!

Há cura em EXPRESSAR-SE através de fios, tinta, barro e tantas outras possibilidades...

Há cura em REALIZAR algo com as próprias mãos, contar sua história e deixar SUA MARCA no mundo.

Há cura em colocar a mão na massa e ENCARAR o PROCESSO por mais doloroso que seja.

OLHAR e se haver com aquilo que incomoda ao invés de ignorar.

Arte para viver e não apenas sobreviver.

Tem coisa que QUEBROU … e não tem conserto.E o problema não é a quebra, é a insistência em manter junto aquilo que já nã...
10/04/2026

Tem coisa que QUEBROU … e não tem conserto.

E o problema não é a quebra, é a insistência em manter junto aquilo que já não encaixa.

A gente ROMANTIZA demais o “dar um jeito”, o “recuperar”, o “vai dar certo”.

Mas nem tudo foi feito pra ser salvo.

Algumas coisas simplesmente acabaram.

Essa peça foi quebrada em pedaços.

E mesmo depois de muita tentativa, cuidado, esforço… o resultado não voltou a ser bonito.

Não voltou a ser o que era.

E DOEU.

Insistir em consertar o que já perdeu a forma só prolonga o SOFRIMENTO.

Tem RELAÇÃO que é assim.

Tem FASE da vida que é assim.

Tem VERSÃO sua que também.

Nem tudo se reconstrói.

Algumas coisas se ENCERRAM.

E talvez maturidade emocional não seja saber consertar tudo… mas reconhecer a hora de PARAR de TENTAR.

Não é sobre CONQUISTAR o oceano inteiro de uma vez, mas aprender a nadar um pouco mais fundo a cada dia. A gente não pre...
07/04/2026

Não é sobre CONQUISTAR o oceano inteiro de uma vez, mas aprender a nadar um pouco mais fundo a cada dia.

A gente não precisa dar conta de tudo.

Não precisa ser (MELHOR?) em tudo.

Não precisa chegar lá hoje (onde mesmo?)

Existe uma beleza quase esquecida em ir aos poucos e RESPEITAR o próprio RITMO.

PERMITIR que a vida se REVELE, camada por camada, como esmalte que encontra seu TEMPO certo de queima.

No FUNDO (bem no fundo mesmo), talvez o que a gente precise não seja acelerar, mas CONFIAR no PROCESSO.

E CONTINUAR a nadar...

No último post, ela ainda era CRUA.FRÁGIL, opaca… quase em ESPERA.Hoje, ela ATRAVESSOU o fogo.E agora REPOUSA na água.En...
05/04/2026

No último post, ela ainda era CRUA.

FRÁGIL, opaca… quase em ESPERA.

Hoje, ela ATRAVESSOU o fogo.

E agora REPOUSA na água.

Entre uma imagem e outra, existe um PROCESSO INVISÍVEL.

Falamos muito sobre RENASCER … mas calamos sobre o que precisa MORRER primeiro.

VELHAS formas.

ANTIGAS versões.

CERTEZAS que já não SUSTENTAM.

Assim como a argila, há algo em NÓS que só encontra BRILHO depois de atravessar o CALOR certo.

E há PROFUNDEZAS que só se revelam quando a gente tem CORAGEM de mergulhar.

Que essa Páscoa não seja só sobre o que é DOCE, mas sobre o que é VERDADEIRO.

Porque RENASCER, às vezes, é um processo SILENCIOSO, profundo e absolutamente NECESSÁRIO. 🌿

Tem PERÍODOS que começam no calendário.Outros começam dentro da gente.Hoje eu olho pras minhas mãos —as mesmas que às ve...
01/04/2026

Tem PERÍODOS que começam no calendário.

Outros começam dentro da gente.

Hoje eu olho pras minhas mãos —
as mesmas que às vezes parecem pequenas —
e vejo tudo o que elas CONSTROEM quando encontram espaço.

No ATELIÊ, a vida não chega pronta.

Ela é MOLDADA, COSTURADA, ATRAVESSADA.

Entre a argila e o fio, eu vejo HISTÓRIAS ganhando corpo, EMOÇÕES encontrando forma, pessoas se lembrando da própria POTÊNCIA.

Todo dia é um começo POSSÍVEL.

Mas alguns… a gente escolhe viver de VERDADE.

Abril chegou por aqui assim: com as mãos sujas de criação e o CORAÇÃO um pouco mais ABERTO pra vida.

E por aí, como estamos?

Às vezes, a gente se vê PEQUENA.Nossas mãos PEQUENAS demais para ALCANÇAR o que desejamos.ESQUECEMOS que mãos pequenas n...
28/03/2026

Às vezes, a gente se vê PEQUENA.

Nossas mãos PEQUENAS demais para ALCANÇAR o que desejamos.

ESQUECEMOS que mãos pequenas não são ausência de força...

São mãos em fase de APRENDIZAGEM.

Entre o sol e a lua, entre o que já SABEMOS e o que ainda estamos nos TORNANDO, existe um território fértil: o de quem CONTINUA em frente.

CRESCER não é, de repente, dar conta de tudo.

É sustentar o DESCONFORTO de ainda não dar.

E mesmo assim… ficar, ENCARAR o que nos assusta.

Porque, aos poucos, as MÃOS aprendem.

E aquilo que antes parecia GRANDE demais…
começa a caber.

COMO você se VÊ hoje?

Tem dias em que a vida não aperta…ela ESMAGA.ESCORRE pelos dedos, INVADE os espaços, OCUPA tudo.E a gente segue — PRODUT...
20/03/2026

Tem dias em que a vida não aperta…
ela ESMAGA.

ESCORRE pelos dedos, INVADE os espaços, OCUPA tudo.

E a gente segue — PRODUTIVA, FUNCIONAL, cansada… e cada vez mais DISTANTE de si.

Mas o corpo não mente.

O CANSAÇO que não passa, a IRRITAÇÃO que surge do nada, sensação de SUFOCO mesmo quando “está tudo bem”…

Isso não é fraqueza.

Isso é SOBRECARGA.

Na psicologia, sabemos que a ausência de pausas regula mal o sistema nervoso.

Sem respiro, o corpo entra em estado de ALERTA contínuo — como se estivesse sempre correndo de algo que nem sabe o que é.

E viver assim… não é viver.

É SOBREVIVER com estética de rotina organizada.

PAUSA não é luxo.

É condição para existir com PRESENÇA.

Hoje, antes de apertar mais um pouco, te convido a SOLTAR.

Nem que seja por um minuto.

Nem que seja só respirando.

Porque até a tinta, quando PRESSIONADA demais…
perde a forma 😉

Tem dias em que a gente PERCEBE — quase tarde demais — que alguém entrou sem bater.Nem sempre pela porta.Mas pelo olhar....
18/03/2026

Tem dias em que a gente PERCEBE — quase tarde demais — que alguém entrou sem bater.

Nem sempre pela porta.
Mas pelo olhar.
Pela energia.
Pela falta de delicadeza.

E aí vem aquele DESCONFORTO difícil de nomear…
Como se algo íntimo tivesse sido tocado sem permissão.
Na psicologia, isso tem nome: violação de limites.
Nossos limites são construções psíquicas fundamentais.
Eles organizam o “eu” e o “outro”, sustentam a identidade e protegem a INTEGRIDADE emocional. Sem eles, a gente se mistura, se perde, se esgota.
E não — LIMITES não são muros de afastamento.
São contornos de existência.

Hoje eu plantei uma cerca viva.
Mas, na verdade… eu reafirmei um território interno.
Porque às vezes é preciso materializar o que a alma já estava pedindo há tempos:
um pouco mais de proteção,
um pouco mais de respeito,
um pouco mais de silêncio ao redor do que é sagrado para você.

Nem todo mundo vai entender quando você começar a se delimitar.
Mas quem entende de si… entende.
Cuidar de si também é isso:
perceber onde você termina —
e GARANTIR que isso seja RESPEITADO.

Saúde mental, pra mim, não é sobre dar conta de tudo.É sobre saber a hora de parar.De RESPIRAR.De ESCOLHER onde colocar ...
04/03/2026

Saúde mental, pra mim, não é sobre dar conta de tudo.

É sobre saber a hora de parar.

De RESPIRAR.

De ESCOLHER onde colocar a energia — e onde não colocar mais.

No meio desse verde, eu lembro:
cuidar da mente também é um ato de CULTIVO.

Não cresce no grito.

Não floresce na pressa.

E você, tem se tratado como solo fértil ou como terra exausta?

Que a gente não use a FANTASIA para adiar o que importa.Menos excesso.Mais ESSÊNCIA!
14/02/2026

Que a gente não use a FANTASIA para adiar o que importa.

Menos excesso.

Mais ESSÊNCIA!

A VIDA, quando impõe demais, RACHA.E não — isso não é FALHA de caráter.É o corpo avisando.Algumas rachaduras não pedem C...
06/02/2026

A VIDA, quando impõe demais, RACHA.

E não — isso não é FALHA de caráter.

É o corpo avisando.

Algumas rachaduras não pedem CONSERTO rápido.

Pedem PRESENÇA, ritmo, MÃOS que acompanham o tempo da matéria.

No ateliê, a gente não corre atrás de produtividade.
A gente ESCUTA.

O gesto ACALMA o sistema nervoso, a repetição ORGANIZA por dentro e a criação vira um lugar possível de RESPIRAR.

Se você se SENTE perdida, sem ânimo, sufocada pelas exigências da vida…
talvez não seja FORÇA o que esteja faltando.

Talvez seja um ESPAÇO onde você não precise se costurar sozinha.

O ateliê esta aberto!

Nem sempre a vida entrega flores.Às vezes ela despeja limões — ácidos, inesperados, DIFÍCEIS de segurar com as mãos nuas...
01/02/2026

Nem sempre a vida entrega flores.

Às vezes ela despeja limões — ácidos, inesperados, DIFÍCEIS de segurar com as mãos nuas.

No meu trabalho, eu não tiro os limões da história.

A gente OLHA pra eles.

SENTE o peso. A textura. A acidez.

E então… CRIA algo com isso.

A cerâmica me ensinou o que a clínica confirma todos os dias: Não é sobre APAGAR a DOR, é sobre DAR FORMA ao que nos ATRAVESSA.

TRANSFORMAR não é positividade tóxica.

É PRESENÇA.

É SUSTENTAR o DESCONFORTO tempo suficiente pra que ele vire SENTIDO.

Ou pelo menos, contorno.

Algumas mulheres chegam querendo limonada pronta.

Saem entendendo que, antes, era preciso fazer a cesta.

E isso MUDA tudo. 🍋🤲

O ateliê terapêutico te oferece esse espaço de ESCUTA e CRIAÇÃO, te encontro por lá!

Endereço

Rua Cinamono 64
Cascavel, PR
85811280

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 14:00 - 17:00
Quinta-feira 14:00 - 17:00

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