01/09/2026
Existem alguns princípios que gosto de considerar nos meus projetos:
1. Eu não tento preencher todos os espaços.
Nosso cérebro precisa de áreas de descanso visual. Excesso de móveis, objetos, cores e informações pode deixar o ambiente visualmente carregado.
2. Eu evito criar caminhos cheios de obstáculos.
Uma circulação intuitiva torna o uso da casa mais confortável. Se você precisa desviar da mesa, contornar o sofá ou apertar o corpo para passar, aquele layout provavelmente não está funcionando bem.
3. Eu crio diferentes possibilidades de iluminação.
A casa não precisa da mesma luz para acordar, trabalhar, cozinhar, descansar e receber amigos. Luz natural durante o dia e diferentes camadas de iluminação artificial ajudam o ambiente a acompanhar cada momento da rotina.
4. Eu trago elementos naturais sempre que o projeto permite.
Madeira, fibras, vegetação, luz natural, ventilação e vistas para o exterior ajudam a criar ambientes percebidos como mais acolhedores e agradáveis.
5. Eu penso muito no que você enxerga quando entra em um ambiente.
Nosso olhar procura referências e organização. Por isso, posicionamento dos móveis, proporções, pontos focais e perspectivas importam tanto quanto a escolha de cada peça individualmente.
6. Eu não projeto apenas para os olhos.
Textura, temperatura, acústica, iluminação e até a sensação dos materiais ao toque interferem na experiência daquele espaço.
E talvez a regra mais importante seja:
eu não começo pensando em como a casa deve parecer. Começo entendendo como aquela família precisa se sentir e viver dentro dela.
Porque conforto não é apenas ter um sofá confortável.
É entrar em casa e sentir que aquele espaço funciona para você.
Salve para lembrar disso quando for planejar a sua casa. ✨