14/04/2026
Apresentado na , o projeto “A Casa que Dança” traduz a visão contemporânea aplicada sobre uma base modernista e propõe uma leitura sensível do Paraná.
Pilotis, jardim de inverno, claraboia e vegetação natural evocam a matriz do modernismo e criam uma composição equilibrada que expressa atemporalidade.
Pensado como celebração do modo de habitar paranaense, o ambiente reúne designers, artistas e fornecedores que refletem a criatividade local.
Peças de mobiliário da Folio, marca autoral de Londrina, contracenam com a estante criada pela Furf Design para a Esmo Design e a obra do artista contemporâneo Erwin Zaidowicz.
A força histórica do mármore Branco Michelangelo eleva a referência modernista do projeto. Revestindo piso e paredes do banheiro, é expressão de uma sofisticação inconteste associada à base modernista.
Desde tempos imemoriais, o mármore acompanha a história da arquitetura. Com jazidas e história enraizadas no Paraná, os mármores da Michelangelo revestem edifícios emblemáticos que vão do Palácio Iguaçu, em Curitiba, projetado por David Azambuja na década de 1950, aos edifícios de Brasília assinados por Oscar Niemeyer.
“Mais do que fornecer matéria-prima, sempre nos reconhecemos como parte ativa de uma narrativa cultural. Estar presente em um projeto como A Casa que Dança acontece de forma natural. Trata-se da convergência de propósitos: matéria, memória e identidade. Ao observar um mármore Michelangelo, revela-se mais do que matéria: revela-se tempo”, afirma a CEO da Michelangelo, Priscila Fleischfresser.
Texto adaptado de
Bienal de Arquitetura Brasileira
De 25/03 a 30/04 no PACUBRA
Parque Ibirapuera • São Paulo
Arquitetura • Boscardin Corsi
Paisagismo •
Execução •
Fotos • .guimaraes