29/07/2026
Teve calor, frio, fome, dores no corpo e muito cansaço.
Mas, principalmente, teve uma oportunidade de olhar para dentro de mim durante todas as horas de espera.
Eu vi cenas lindas de pessoas rezando, cantando, fazendo novas amizades e cuidando umas das outras.
Também vi momentos difíceis: pessoas perdendo a paciência, julgando sem conhecer a história do outro e deixando o cansaço falar mais alto.
Isso me fez perceber uma coisa: Quanto mais cansados estamos, mais precisamos vigiar o nosso coração.
Porque é muito fácil deixar de olhar para Jesus e começar a olhar apenas para nós mesmos.
Graças a Deus, o nosso grupo escolheu viver aquele dia de outro jeito: com alegria, paciência e lembrando o tempo todo por quem estávamos ali.
Quando o Frei Gilson subiu ao palco, a emoção foi indescritível.
As maiores graças daquele dia não aconteceram apenas no palco. Elas aconteceram na espera.
Que eu nunca permita que o desconforto da caminhada seja maior do que o meu desejo de permanecer com os olhos fixos em Cristo.
E como o Frei falou, que quando vier dificuldades, não devemos desistir. “Quanto maior a prova, maior a graça.”
E eu voltei para casa com essa frase gravada ainda mais profundamente no coração. 🤍