30/01/2026
Só é grande quem aprende a ser pequeno! O maior aprendizado que tive com a Amacretto foi que para alcançar a excelência que queria (às vezes vem com uma exigência cruel e que a régua alta da perfeição só existe em nós) só errando com coragem de ser vulnerável, de se colocar pra jogo. Aceitar que não somos bom o bastante no início de algo novo é tenso para quem se cobra muito, e pasmem, essa cobrança é interna e que na maioria das vezes ninguém percebe, até os colegas de profissão.
Amo o cimento e tudo que o envolve justamente por ele não estar nem aí pro meu nível de perfeição e ou controle, claro requer técnica, insumos de qualidade, mas ele é seus agregados tem o tempo dele, tem a forma dele de se expressar e a cor que quer mostrar. Um pó que sozinho não é nada, mas quando junta com os parceios “pessoas” ops! Digo, insumos certo expressam o olhar, a alma de quem o conduz.
Sou apaixonada por esse componente da construção social.
Voltando às fotos…
Numa seleção de 20 fotos, tem o processo evolutivo da produção e um recado final.
A gente tem que manter e ou criar a coragem de viver picos de apagão da luz, acontece, e logo volta. E sobre isso, no auge, houve um apagão e a vida é muito curta, pelo menos está, para ser pequena/mediocre (ouvi essa frase do no podcast do ) e me marcou.
Sim, um até breve para que essa oportunidade que Deus me deu de extravasar minha alma e ideais através das mãos com o cimento respire, se acalme, se ajuste da mesma forma que seu instrumento(eu) aprenda a viver, pensar, sentir com pausa e com alma, sem pressa e sem pausa, no meu caso com a menoPAUSA.
Até breve!
Com amor e gratidão, Liz.