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04/02/2022

"Simplesmente como Jesus"

Uma das estratégias de Jesus era a contextualização, ou seja, Ele traduziu para as pessoas daquela cultura e nação, o Reino de Deus. Para isso, Ele utilizou de pontes e conexões para que o Reino fosse compreendido e acessível a todos. Vemos, depois, o apóstolo Paulo fazendo a mesma coisa ao se disponibilizar em levar o evangelho para os não judeus, buscando sempre as conexões com suas culturas.

Hoje em dia, pelo fato de estarmos globalmente conectados, é muito comum numa mesma cidade habitar centenas de culturas e estilos de vidas diferentes. Cada pessoa tem uma história de vida, e uma criação que explica suas crenças e comportamento. Pense nisso na hora de compartilhar o amor com as pessoas, seja um tradutor do Reino.

Encontre formas de explicar e expressar o evangelho para as pessoas, para que elas compreendam com a mente e o coração. Isso significa que compartilhar o evangelho exige preparação: oração, leitura da Palavra e conhecimento cultural. Estamos na era da informação, então pesquise, leia, assista. Se Deus colocou no seu coração para se aproximar de um grupo específico de pessoas, aprenda a forma deles de se comunicar, se vestir, que músicas gostam, que lugares eles frequentam. Entender o estilo de vida das pessoas ajuda na contextualização, e a Palavra te ajudará a não se perder no caminho, misturando ideias.

Vamos, não apenas quebrar barreiras, mas ser ponte para as pessoas chegarem a Cristo. Pontes se constroem através de relacionamentos, e Jesus nos mostrou isso, se relacionando com a gente. Mostrando que seu interesse estava em nos aproximar do Seu Pai e não apenas expressar sua verdade e opinião. É possível manter um comportamento bíblico, sem precisar da religiosidade.

Dica: Podemos começar essa mudança em nossas vidas hoje mesmo. Comece do começo, crie pontes através de relacionamentos com um colega de trabalho, um vizinho, alguém da família ou até um amigo das redes sociais.

"Vencendo o preconceito, guardando a fé"  Percebemos ao longo desses dias que muitas opiniões defendidas como "divinas" ...
01/02/2022

"Vencendo o preconceito, guardando a fé"

Percebemos ao longo desses dias que muitas opiniões defendidas como "divinas" não são bíblicas e sim religiosas. Portanto, se essas opiniões estiverem causando guerras, exclusão, discriminação ou preconceito – além de não serem bíblicas, são pecaminosas. Jesus olhou nos olhos das pessoas para comunicar o seu Reino. Nós somos pessoas, então o caminho para olhar nos olhos dos outros é mais fácil ainda, não é mesmo? Imite Jesus e não tenha medo de conhecer pessoas diferentes de você.

É possível começar ainda hoje uma mudança na hora de compartilhar o evangelho com as pessoas. Ao invés de recitar centenas de versículos, ou palavras difíceis, é muito mais fácil tratar as pessoas – como pessoas. Para isso, fale de assuntos comuns, coisas humanas (alegrias, dores, medos, curiosidades). Evite jargões e ideias que apenas quem for da sua igreja/denominação entenderá. O Cristianismo não é um clube, não existe para nos separar das pessoas. Ao contrário, nos aproxima de Deus, para quando estivermos perto Dele, aproximarmos as pessoas também. E isso é lindo! Jogue fora o preconceito com quem vive um estilo de vida diferente do seu, e peça ajuda ao Espírito Santo para entender a diferença entre pecado e o que é apenas religiosidade. E se restar uma dúvida do que realmente é certo ou errado, olhe para os frutos – essa dica de Jesus é infalível.

Dica: Se você quiser uma ajudinha para praticar esse compartilhamento do evangelho com as pessoas, baixe o app yesHEis. Lá existem várias ferramentas para te ajudar nesse processo, além de ter uma equipe disponível para tirar todas as suas dúvidas.

"Ideologia X Evangelho"  É muito perigoso quando a gente defende demais alguns posicionamentos que não sejam o próprio e...
31/01/2022

"Ideologia X Evangelho"

É muito perigoso quando a gente defende demais alguns posicionamentos que não sejam o próprio evangelho. Ou quando assumimos um posicionamento quase que "religioso" sobre alguma ideia, pensamento ou partido. Quando você tem um "posicionamento religioso" você não deixa o seu "deus" ser atacado!

Por isso, é necessário avaliar nossas atitudes para ver se estamos fazendo isso com alguma forma de pensamento, figura política, estudo, curso, ou até linha teológica – isso é idolatria. Jesus veio ao mundo numa época bastante polarizada. Os Judeus ansiavam pelo Messias que os libertasse da opressão dos Romanos, e por isso, as opiniões entre as pessoas diferiam bastante. Surgiram movimentos de revolta contra o governo romano, e as pessoas estavam à flor da pele. Não muito diferente de como estamos hoje em dia não é mesmo? O que mais vemos hoje são, guerras ideológicas, conflitos políticos e a internet – que tanto defende a ideia de liberdade de expressão – tem sido palco da cultura do cancelamento e o "apedrejamento virtual" de pessoas. Lembre-se quais foram as atitudes de Jesus em relação a essas questões, Ele não defendeu extremos, muito menos favoreceu o opressor, ou o oprimido. Ele veio lembrar que todos precisavam de arrependimento. Ele não era um justiceiro, ele pregava a justificação. Pense nisso e defenda com unhas e dentes o mesmo que Jesus defendia: o amor ao próximo, a missão de Deus, e a libertação dos cativos e oprimidos.

Dica: Se inspire no comportamento de Jesus na hora de se posicionar em relação a alguns assuntos, a internet nos traz uma falsa ideia de liberdade de expressão, maquiando o pecado do julgamento em alguns momentos. Evite extremos e busque no comportamento de Jesus o exemplo para formar suas opiniões.

"A Super Espiritualidade" Já ouviu falar na "super espiritualidade"? Aquela espiritualidade imbatível, que não se permit...
28/01/2022

"A Super Espiritualidade"

Já ouviu falar na "super espiritualidade"? Aquela espiritualidade imbatível, que não se permite falhar e nem que as outras pessoas falhem também. Esse comportamento fortalece a ideia de que o cristão só pode fazer/falar/agir "coisas de cristão". Em outras palavras, vivendo de acordo com alguns padrões, acusando de pecadores todos aqueles que agem diferente.

O mais curioso é que, na maioria das vezes, esses padrões são específicos de uma cultura, sociedade ou código religioso, e não bíblicos! Lembrem-se que Jesus sofreu esse tipo de perseguição também, porque Ele não se comportava como os religiosos da época, e ainda andava e se misturava com pessoas de "má fama" e socialmente "erradas".

Porém, Ele não praticava as coisas que essas pessoas praticavam, apenas tratava cada uma delas com respeito, amor e dignidade (porque todos somos imagem e semelhança Dele mesmo, Deus). Ele fez questão de levar luz para a escuridão dessas pessoas, afinal Ele veio para os necessitados.

Cuidado com a "super-espiritualidade", a Palavra de Deus por diversas vezes nos mostra que Deus usa os imperfeitos e incapazes. O próprio apóstolo Paulo, homem de espiritualidade elevada, nos convida a admitir as fraquezas, sendo dependente de Deus para tudo. Não confiar em nós mesmos, e sim na misericórdia de Deus, é um excelente passo para ser mais parecido com Jesus.

Dica: Pratique uma espécie de desintoxicação no seu olhar, "pedindo os olhos de Jesus, emprestados". Todas as vezes que você sentir vontade de julgar alguém, comentar um post, excluir das redes sociais, pense: O que Jesus faria? Como seria se Jesus fizesse isso com você? Então peça ajuda a Ele para aprender a olhar as pessoas com graça, assim como Ele nos olha. "Senhor, eu quero enxergar as pessoas assim como você as enxerga".

"Racionalizando o pecado"  "Eu posso fazer tudo, afinal tudo é santificado" – Este é outro extremo: acreditar que a sant...
27/01/2022

"Racionalizando o pecado"

"Eu posso fazer tudo, afinal tudo é santificado" – Este é outro extremo: acreditar que a santificação feita por Deus e a obra redentora feita por Jesus nos dá passe-livre para fazer tudo, inclusive pecar. Este pensamento não é cristão. Jesus, o modelo de filho de Deus, não se restringiu a estar apenas com as pessoas/lugares considerados "santos", PORÉM, Ele não perdeu sua identidade e o foco da sua missão. Liberdade é bem diferente de libertinagem, e é possível ser livre e ao mesmo tempo obediente.

Cuidado para não relativizar o pecado, usando a própria Palavra de Deus como justificação, assim como o Rei Davi fez. Ele se encantou com Bete-Seba, esposa de Urias, e então deitou-se com ela. Conhecedor da Lei, ele sabia que o adultério não é aceitável aos olhos do Senhor, assim como o homicídio. Por isso tentou se livrar de Urias da forma mais "religiosa" possível: enviando-o para o campo de batalha sem proteções. No fim, Urias morreu e Davi pode conceber sua união com Bete-Seba sem desobedecer a lei, mas quando lemos a história descobrimos que Deus não se agradou nem um pouco com isso.

Podemos ser evangélicos, ir a igreja, e ainda assim não ter uma mente cristã. Cuide para que sua mente não trapaceie, relativizando a Palavra de Deus. Peça ajuda ao Espírito Santo, pois o que agrada a Deus não são os cumprimentos das regras, e sim a obediência com base no amor. Porque Ele nos deu a salvação, não como uma regra, ou, para deixar sua consciência mais limpa – Ele fez isso por amor.

Dica: Tire um momento para fortalecer o seu relacionamento com Jesus. Não faça pedidos, apenas converse com Ele, agradeça, adore, desabafe, confesse. Tenha sua mente renovada para ter um relacionamento íntimo com Ele. Não se preocupe como fazer, apenas faça e o Espírito Santo vai te conduzir.

Endereço

São José Dos Pinhais, PR
83040-210

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