ceramica_pe_da_serra

ceramica_pe_da_serra Wagner Gasparini e Tiago Costa
Oficina Cerâmica Pé da Serra
Cerâmica artesanal
Sertão do Piavú

Vermelho de cobre, uma alquimia sensível e cheia de cuidados! Estamos em busca!
15/08/2026

Vermelho de cobre, uma alquimia sensível e cheia de cuidados!
Estamos em busca!





22/07/2026

Visita do Marcelo do ateliê .
Visita cheia de pesquisas na alquimia da cerâmica!
Visita na sequência da visita no ateliê da .ceramica.

Acompanhem!




25/06/2026

Como fazer peças praticamente iguais no torno?

O graminho é uma ferramenta muito utilizada por quem trabalha no torno de oleiro para padronizar medidas. Ele funciona como uma referência para manter a mesma altura e largura da borda das peças, sendo essa uma das principais medidas de controle durante a produção.

Também é possível utilizar mais de uma guia ao mesmo tempo para peças mais complexas. Não foi o caso deste vídeo, mas posso mostrar em outro conteúdo como fazer isso. Se tiver interesse, me conta nos comentários!

Uma das vantagens do graminho é que ele pode ser construído de forma muito simples. Basta utilizar duas tiras de madeira, furá-las e unir com um parafuso e uma borboleta. Existem versões feitas de diversos materiais, mas é interessante que a ponteira seja flexível para não marcar ou machucar a peça caso encoste nela. Por isso, é comum usar pedaços de fita métrica ou abraçadeiras plásticas.

Vale lembrar que o graminho não serve como guia para a silhueta da peça. O formato continua sendo construído pelo olhar e pela comparação com a peça de referência. Porém, se adicionarmos guias para a parede e para a base, ele pode ajudar bastante no controle das proporções.

Para quem está começando a usar essa ferramenta, ela pode parecer um pouco incômoda no início. Frequentemente precisamos desviar a mão ou empurrar as guias para acessar algumas áreas da peça, especialmente nas menores. Mas, com a prática, isso se torna natural. Existem inclusive modelos com ponteiras retráteis que ajudam bastante nesse processo.

Já para controlar a medida da base, podemos usar as marcações do torno, uma régua ou uma pinça medidora.

Se esse conteúdo te ajudou, deixa um 👍 nos comentários para eu saber que vale a pena trazer mais dicas como essa. E se quiser ver mais conteúdos sobre torno, esmaltes e cerâmica de alta temperatura, curta este post e siga a página para não perder os próximos vídeos!





Há algum tempo, o Tiago abraçou uma pesquisa que é um grandedesafio: buscar um vermelho de cobre no nosso forno a gás, e...
16/06/2026

Há algum tempo, o Tiago abraçou uma pesquisa que é um grandedesafio: buscar um vermelho de cobre no nosso forno a gás, em atmosfera de redução.

O vermelho de cobre é conhecido por sua beleza, mas também por sua imprevisibilidade. 

Pequenas variações na chama, na quantidade de oxigênio, na posição da peça dentro do forno ou na curva de queima podem alterar completamente o resultado.

Por isso, nesta última queima, fizemos algo essencial: um mapeamento do forno. Distribuímos corpos de prova e registramos o comportamento do esmalte em diferentes áreas do forno, tentando compreender como o fogo percorre o espaço e influencia cada resultado.

A peça dessas fotos nasceu desse processo.

Mais do que uma travessa, ela representa horas de estudo, te**es, anotações, expectativas e a disposição de continuar investigando aquilo que a cerâmica tem de mais fascinante: o diálogo entre conhecimento técnico e imprevisibilidade.

Na Oficina Cerâmica Pé da Serra, acreditamos que pesquisar também é uma forma de criar.

E talvez seja justamente isso que torna cada peça única: ela carrega não apenas a marca das mãos que a fizeram, mas também a história das perguntas que nos moveram até ela.

O fogo sempre tem o comando e a última palavra. Mas seguimos aprendendo a escutá-lo.

Você já tinha ouvido falar sobre o vermelho de cobre em redução? 

Conta pra gente nos comentários o que essa peça fez você lembrar.





17/04/2026

Problemas no acabamento podem surgir nas peças. Sempre acontece uma coisa ou outra quando temos um lote de peças que estamos produzindo. Com a experiência vamos aprendendo quais peças ainda conseguimos resgatar, e como. Além de sabermos quando não vale mais o tempo investido. As vezes é melhor começar do zero.

Aqui não peneiramos nossa argila reciclada. Ja é sofrido ter que reciclar, mesmo sendo importante e necessario. Se peneirassemos ainda, o martirio seria ainda maior. Em contrapartida as vezes objetos estranhos podem aparecer na massa. Aprender a lidar com eles deixa nossa produção mais eficaz. Seja quando achamos na modelagem ou no acabamento.

Para oleiro que trabalhar com argila natural. Principalmente produtores de vasos. Encontrar pedriscos no barro é mais comum ainda. Aprender a lidar com a argila é saber como se adaptar a cada situação.

Nas sutis imperfeições que surgem com essas situações é onde parte da beleza do artesanal feito a mão está. Na essência da fluência do artista com seu meio.





01/04/2026

Peças grandes sempre pedem uma atenção na secagem!




Vagas de aula abertas! Somos uma escola de cerâmica em plena Mata Atlântica aqui no litoral norte de São Paulo, no Sertã...
24/02/2026

Vagas de aula abertas! 

Somos uma escola de cerâmica em plena Mata Atlântica aqui no litoral norte de São Paulo, no Sertão do Piavu, na Praia de Camburi.

Se você mora ou frequenta a região e quer aprender cerâmica artesanal, ou busca uma atividade para convivência e troca de experiências, aqui é o lugar certo. Estamos com vagas abertas para nossas turmas.

Se quiser mais informações comente "Eu quero" que enviamos por direct.

Vem colocar a mão na massa com a gente!

Endereço

Rua Doutor Homem De Melo 697 Apto 5062
São Paulo, SP
05007001

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando ceramica_pe_da_serra posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para ceramica_pe_da_serra:

Atalhos

Compartilhar