23/10/2024
É que no fim, a gente lembra do começo...
A gente tem esse hábito de achar que tudo se perdeu porque acabou.
Então nos lembramos de como foi bom quando começou, sem saber que o começo foi muito antes do que imaginamos...
Por isso, eu vou dividir com vocês a história de uma pequena empreendedora...
Quando eu tinha por volta de 7 anos, eu ganhei uma máquina de fazer raspadinha.
Era basicamente um brinquedo que triturava gelo e depois a gente colocava suco no gelo triturado e comia.
Pois bem, minha versão de 7 anos resolveu levar a máquina de fazer raspadinha para a garagem de casa, escrever em um papel "Vende-se raspadinha R$0,10" e colar no portão.
Foi assim que eu tive meu primeiro negócio. Passei uma tarde vendendo raspadinha em casa. Na verdade foram só umas 2 ou 3, mas eu lembro de ter me sentido uma grande comerciante naquele dia.
Muitos anos depois, quando eu já tinha por volta de 14, eu ganhei um kit de fazer colarzinhos. Ele vinha com diversas miçangas de letras, então você podia fazer os colares personalizados. Pois bem, vendi esses colares com nomes para várias amigas do prédio onde morava.
Muitos e muitos anos depois, dessa vez com 28 ( mais um múltiplo de 7 👀), eu fiz uma oficina de macramê, apenas para ter um hobby, mas acabei montando uma lojinha com os acessórios que fazia.
O que eu quero dizer com essa história, é o que o começo do que eu construí não foi onde eu pensei, e o fim também não é agora.
Nós estamos sempre dando passos em direção a algo maior que ainda não conseguimos ver, tudo é caminho, o importante é continuar, mesmo que em outra direção...