14/04/2026
Tem livros que você termina, e tem livros que você decide parar, não por falta de valor, mas por falta de conexão com a forma como ele chega até você.
Eu levei mais de dois meses tentando sustentar essa leitura, com a expectativa de que em algum momento ela fluísse melhor, mas a linguagem repetitiva e extensa foi tornando o processo cansativo, e eu precisei assumir que continuar ali já não fazia sentido para mim.
Ainda assim, saio com aprendizados que f**aram muito fortes, principalmente quando ele fala sobre fazer um inventário de si mesma, que é esse processo de olhar com profundidade para o que te move, o que te trava, o que te incentiva e o que te faz recuar, e entender que esse tipo de consciência exige esforço, presença e coragem.
Também me marcou a ideia da deixa, da rotina e da recompensa, porque ela mostra que muitos dos nossos comportamentos não são aleatórios, eles seguem padrões, e quando a gente aprende a identif**ar esses padrões, começa a ter mais clareza sobre o que pode ser ajustado.
Mas o ponto que mais fez sentido para mim foi perceber que nem tudo depende só de estratégia ou de decisão, existem processos que também pedem fé, e cada um vive isso de um jeito, no meu caso, sempre volto para a base que me sustenta, que é a Bíblia, porque quanto mais eu leio, mais eu percebo que muitas ideias que parecem novas já estavam ali, sendo ensinadas de outra forma.
Eu não abandonei o conteúdo, eu escolhi não continuar o processo de leitura, e isso também faz parte de se respeitar.
Quero saber de você, já leu esse livro, teve uma experiência diferente ou também sentiu dificuldade em seguir até o final?