Artfio A arte é uma construção cultural variável e sem um significado constante que varia com o tempo e de acordo com as várias culturas humanas.

Arte em Fio

A atividade humana sempre esteve ligada às manifestações de ordem estética ou comunicativa, realizada por meio de uma grande variedade de linguagens, tais como: a arquitetura, a escultura, a pintura, a escrita, a música, a dança e o cinema, nas suas variadas combinações. O processo criativo dá-se a partir da perceção com o intuito de expressar emoções e ideias, objetivando um signific

ado único e diferente em cada obra. A arte em fio é a conjugação da simplicidade do filamento com a geometria, unindo a forma, o tamanho e a posição relativa das figuras às propriedades do espaço, estabelecendo assim, um padrão mentalmente Imaginativo que permite a representação dos objetos através dos sentidos. Em 1979 Carlos Ferreira, juntamente com Maria Augusta, expõe a sua habilidade especial começando a delinear figuras no papel dando-lhes vida em quadros com fundo em merino preto e cabeças douradas de pregos de latão. Usando o bailado de fios de diversas cores para dar forma e sentido às imagens idealizadas. Mas os tempos evoluem e o artista após uma pausa de mais de 30 anos retoma a arte perdida no subconsciente dando-lhe uma nova vida e uma nova abordagem. Em vez do tradicional pano de merino que embelezava o fundo, surge agora o lacado, dando mais profundidade e realce às cores e imagens despertando ainda mais os sentidos. As obras são apresentadas em 3 expressões diferentes, Geometrias, Imaginário e Monumentos. A coleção Geometrias, é uma linha mais tradicional revivendo os padrões da época dos anos 70´s e 80´s. A Linha Imaginário é a mais arrojada, única e de cunho pessoal, perspetivando a multiplicidade dos sentidos. Por último a linha Monumentos, criada e idealizada pelo artista, procura dar uma nova expressão artística ao património arquitetónico construído, quer por motivos simbólicos ou comemorativos, que pretendiam comemorar um acontecimento importante, ou homenagear uma figura ilustre, e, simultaneamente, criar um objeto artístico que aprimorasse a beleza de uma cidade ou de um local.

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Miranda Do Douro
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Arte em Fio A atividade humana sempre esteve ligada às manifestações de ordem estética ou comunicativa, realizada por meio de uma grande variedade de linguagens, tais como: a arquitetura, a escultura, a pintura, a escrita, a música, a dança e o cinema, nas suas variadas combinações. O processo criativo dá-se a partir da perceção com o intuito de expressar emoções e ideias, objetivando um significado único e diferente em cada obra. A arte é uma construção cultural variável e sem um significado constante que varia com o tempo e de acordo com as várias culturas humanas. A arte em fio é a conjugação da simplicidade do filamento com a geometria, unindo a forma, o tamanho e a posição relativa das figuras às propriedades do espaço, estabelecendo assim, um padrão mentalmente Imaginativo que permite a representação dos objetos através dos sentidos. Em 1979 Carlos Ferreira, juntamente com Maria Augusta, expõe a sua habilidade especial começando a delinear figuras no papel dando-lhes vida em quadros com fundo em merino preto e cabeças douradas de pregos de latão. Usando o bailado de fios de diversas cores para dar forma e sentido às imagens idealizadas. Mas os tempos evoluem e o artista após uma pausa de mais de 30 anos retoma a arte perdida no subconsciente dando-lhe uma nova vida e uma nova abordagem. Em vez do tradicional pano de merino que embelezava o fundo, surge agora o lacado, dando mais profundidade e realce às cores e imagens despertando ainda mais os sentidos. As obras são apresentadas em 3 expressões diferentes, Geometrias, Imaginário e Monumentos. A coleção Geometrias, é uma linha mais tradicional revivendo os padrões da época dos anos 70´s e 80´s. A Linha Imaginário é a mais arrojada, única e de cunho pessoal, perspetivando a multiplicidade dos sentidos. Por último a linha Monumentos, criada e idealizada pelo artista, procura dar uma nova expressão artística ao património arquitetónico construído, quer por motivos simbólicos ou comemorativos, que pretendiam comemorar um acontecimento importante, ou homenagear uma figura ilustre, e, simultaneamente, criar um objeto artístico que aprimorasse a beleza de uma cidade ou de um local.